21.11.08

Delta Vênus


Essa história é uma ficção inventada pelos meus devaneios, se parecer realidade, continue a leitura, não é de ser real.

Ela vinha a meu encontro com um sorriso estonteante, fiquei nervosa a cada passo que ela dava.

Foi quando ela se aproximou, senti todos os pelos do meu braço se arrepiarem, ela falou comigo e por alguns segundos fiquei muda.

Pegamos o trem em direção ao nosso rumo de “divertimento” , não sabia o que falar, estava nervosa e já suava frio. Quando sentamos juntas, nossos braços acidentalmente se encostaram e pude sentir a sua pele macia e quente.

O rumo da conversa que tínhamos só ficava mais quente, e minha vontade de agarrá-la e beijá-la estava quase me transformando em um assassino sedento por sangue.

Tivemos a idéia de ir ao cinema, a sala estava cheia e minha vergonha de tomar alguma atitude não ia embora. Foi quando ela partiu pra cima de mim, senti uma explosão de borbulhas dentro de mim, sentia o corpo dela bem próximo ao meu, sentia aquela pele macia e delicada, sentia sua malicia em meu pescoço, e isso tudo aumentava mais minha vontade de ser possuída.

Sai da sala de cinema sedenta por algo mais, então fomos para a minha casa. Lá nos conhecemos mais, mas em cada palavra que saia da sua boca era uma vontade de beijá-la. Tarde da noite senti seu corpo junto ao meu, como um transe, toquei cada centímetro do seu corpo, ela me possuía, agora eu era dela, só dela, naquele ápice de prazer e me jogava naquele deleite. Dormimos sem querer saber do amanhã. Sem querer saber de nada.